sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O martyr do golgotha (canto)

Pão e circo o povo pede
Ao Cezar Imperador
De Minerva e de Saturno
Gira o sol no alvo sector
Das trombetas belicosas
Chama o limpido clangor
Para os combates da arena,
O valente gladiador.
Vae á frente, airosoe fero
Do invencivel esquadrão,Agenor, o rei da arena,
Braço forte e rija mão.
Leva Jupter nos braços
E Marte no coração.
Tem de Alcide a agestade
De Moloch o olhar pagão.
Jovem é mas sobre a a fronte
Já tem cingido os alaureis
De cem combates na arenaEcem victorias crueis.
N'esse vasto anphitheatro
Ao ver o seu campeador,
Respira sangue e furor,
Emquanto os deuses do Olympo
No vasto Olympo pagão
Disputam votos e oblatas
Da sanguinaria funcção,
Da humana victima o sangue
Por mãos de Agenor vestido.
Dá-lhe joias a patricia,Riquezas o Imperador,
O proprio Senado e Roma
Banquetes em seu louvor,
Porque, retiario, sempre
Os duros thyracios venceu
E ora a cavalo, ora em carro
Bretão e a Gallo excedeu;
Porque das margens do Tibre
Aos Campos de Hermon em flor
Não ha quem vença a na arena,
Quem vença o grande Agenor.

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